Arquivo de março, 2012

Próxima leitura

Publicado: março 29, 2012 em Uncategorized

Alunos,

Atenção:

Para a turma manhã:

dia 2/04 – discussão do filme- “Boa noite, Boa sorte”.

dia 5/4 – entrega da análise (duas laudas, em duplas, por email) e discussão do texto:  “Mídia e poder na sociedade do espetáculo”.

Para a turma noite:

dia 2/04 – discussão do filme-documentário “Muito além do Cidadão Kane”.

dia 4/04 – entrega da análise (duas laudas, em duplas, por email) e discussão do texto:  “Mídia e poder na sociedade do espetáculo”.

Há também uma versão impressa desse texto na pasta da disciplina, na xerox da faculdade.

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Novo calendário semestral

Publicado: março 28, 2012 em Uncategorized

Caros alunos,

A UEPB divulgou o novo calendário acadêmico semestral. Isso implica em dizer que o término da I Unidade será no dia 5/5, e não mais no mês de Abril, como estava no antigo. Portanto, mais folga no nosso cronograma e não precisamos correr tanto. Ufa!

 

abs,

profa. adriana alves

E o mistério continua. Como debatido na última aula, o Blog Mente Aberta, da Época, coloca essa questão em discussão, questionando o que todos querem saber: qual é o programa, a que horas e o porque desse “atraso” no andamento na grade da programação da emissora. Alguma pista?

 

Os Donos da Mídia

Publicado: março 25, 2012 em Uncategorized

Pessoas,

Para complementação da leitura do texto, visitem o projeto Os Donos da Mídia, que fornece o mapa da comunicação social, com dados de audiência, estatísticas, listas de veículos, entre outros.

 

Donos da Mídia

O caso Thor Batista parte II

Publicado: março 23, 2012 em Uncategorized

Sim, temos que elogiar nossos jornalistas pela boa apuração da informação. Ancelmo Góis, colunista do jornal on line O Globo, divulgou hoje a informação de que Thor Batista já havia atropelado um outro ciclista. Vamos ver se essa matéria vai pautar a grande mídia.

Segue texto na íntegra.

 

Perigo no volante

O ciclista na Rodovia BR-040 não foi a primeira pessoa que Thor Batista atropelou.

No dia 27 de maio de 2011, o filho de Eike e Luma, a bordo do Audi placa EBX 0001, atropelou um senhorzinho de 86 anos, também numa bicicleta, na Av. Sernambetiba, na Barra. Uma ambulância do Samu levou o idoso para o Hospital Lourenço Jorge, ali perto. Depois, foi transferido para o Copa D’Or.

Segue…

Thor prestou socorro ao senhorzinho e pagou todas as despesas médicas. Segundo um filho da vítima, que prefere não aparecer, a família não registrou queixa e não pediu indenização:

— Estávamos preocupados em salvar nosso pai, que também não queria confusão.

Aliás…

O senhorzinho, hoje recuperado, fraturou o acetábulo (parte da bacia onde a cabeça do fêmur se encaixa).

Pôs duas placas e cinco parafusos, fez fisioterapia, hidroterapia e teve sessões com psicólogo para se livrar do trauma.

 

 

Em um dos seus editoriais na Revista Carta Capital, o jornalista Mino Carta critica a postura ideológica da TV Cultura. Um leutura indispensável para discutir/refletir os sistemas de comunicação no nosso país.

Segue editorial na íntegra.

 

Uma tevê pública é uma tevê pública, é uma tevê pública e é uma tevê pública, diria a senhora Stein. Pública. Um bem de todos, sustentado pelo dinheiro dos contribuintes. Uma instituição permanente, acima das contingências políticas, dos interesses de grupos, facções, partidos. A Cultura de São Paulo já cumpriu honrosamente a tarefa. Nas atuais mãos tucanas descumpre-a com rara desfaçatez.

A perfeita afinação entre a mídia nativa e o tucanato está à vista, escancarada, a ponto de sugerir uma conexão ideológica entre nossos peculiares social-democratas e os barões midiáticos e seus sabujos. A sugestão justifica-se, mas, a seu modo, é generosa demais. Indicaria a existência de ideias e ideais curtidos em uníssono, ao sabor de escolhas de vida orientadas no sentido do bem-comum. De fato, estamos é assistindo ao natural conluio entre herdeiros da casa-grande. -Nada de muito elaborado, entenda-se. Trata-se apenas de agir com a soberana prepotência do dono da terra e da senzala.

E no domingo 11 sou informado a respeito do nascimento de uma TV Folha. Triunfa nas páginas 2 e 3 da Folha de S.Paulo a certidão do evento, a prometer uma nova opção para as noites de domingo na tevê, com a jactanciosa certeza de que no momento não há opções. E qual seria o canal do novo programa? Ora, ora, o da Cultura. Ocorre que a tevê pública paulista acaba de oferecer espaço não somente à Folha, mas também a EstadãoValor e Veja. Por enquanto, que eu saiba, só o jornal da família Frias aproveitou a oportunidade, com pífios resultados, aliás, em termos de audiência na noite de estreia.

Até o mundo mineral está em condições de perceber o alcance da jogada. Trata-se de agradar aos mais conspícuos barões da mídia, lance valioso às vésperas das eleições municipais no estado e no País. E com senhorial arrogância, decide-se enterrar de vez o sentido da missão de uma tevê pública. Tucanagens similares já foram cometidas em diversas oportunidades nos últimos anos, uma delas em 2010, o ano eleitoral que viu José Serra candidato à Presidência da República. Ainda governador, antes da desincompatibilização, Serra fechou ricos contratos de assinatura dos jornalões destinados a iluminar o professorado paulista.

Do volumoso pacote não constava obviamente CartaCapital, assim como somos excluídos do recente convite da Cultura. O que nos honra sobremaneira. Diga-se que, caso convidados (permito-me a hipótese absurda), recusaríamos para não participar de uma ação antidemocrática ao comprometer o perfil de uma tevê pública, amparada na indispensável contribuição de todos os cidadãos, independentemente dos seus credos políticos ou da ausência deles.

Volta e meia, CartaCapital é apontada como revista chapa-branca, simplesmente porque apoiou a candidatura de Lula e Dilma Rousseff à Presidência da República. Em democracias bem melhor definidas do que a nossa, este de apoiar candidatos é direito da mídia e valioso serviço para o público. Aqui, engole-se, sem o mais pálido arrepio de indignação, a hipocrisia de quem se pretende isento enquanto exprime as vontades da casa-grande. Há quem se abale até a contar os anúncios governistas nas páginas de CartaCapital, e esqueça de computar aqueles saídos nas demais publicações, para provar que estamos aos préstimos do poder petista.

Fomos boicotados durante os dois mandatos de Fernando Henrique e nem sempre contamos com o trato isonômico dos adversários que tomaram seu lugar. Fizemos honestas e nítidas escolhas na hora eleitoral e nem por isso arrefecemos no alerta perene do espírito crítico. Vimos em Lula o primeiro presidente pós-ditadura empenhado no combate ao desequilíbrio social, embora opinássemos que ficou amiúde aquém das chances à sua disposição. E fomos críticos em inúmeras situações.

Exemplos: juros altos, transgênicos, excesso de poder de Palocci e Zé Dirceu, Caso Battisti, dúbio comportamento diante de prepotências fardadas. E nem se fale do comportamento do executivo diante da Operação Satiagraha. Etc. etc. Quanto ao Partido dos Trabalhadores, jamais fugimos da constatação de que no poder portou-se como os demais.

Hoje confiamos em Dilma Rousseff, de quem prevemos um desempenho digno e eficaz. O risco que ela corre, volto a repetir na esteira de agudas observações de Marcos Coimbra, está no fruto herdado de uma decisão apressada e populista, a da Copa de 2014. Se o Brasil não se mostrar preparado para a empreitada, Dilma sofrerá as consequências do descrédito global.

No mais, desta vez dirijo minha pergunta aos leitores em lugar dos meus botões: qual é a mídia chapa-branca?

 

Via Carta Capital

frase.

Publicado: março 22, 2012 em Uncategorized

“O compromisso do repórter não é com a imparcialidade, sinônimo de insensibilidade. É com a informação. Porque, se um jornalista perguntar ao leitor se quer informação com emoção ou sem emoção, ele responderá: ‘Com emoção, por favor'”

 

Silvia Bessa é repórter especial do Diário de Pernambuco.